Gestão Sérgio&Hassan em apuros

Se o Governo Tânia/Sérgio da Gameleira ‘terminou’ antes do tempo, o que dizer então da Gestão Sérgio&Hassan, que antes mesmo de completar um ano e meio dar sinais de fadiga e já demonstra pouca capacidade de reação? Preocupação grande por toda parte. A sensação de que a atual gestão fracassa é percebida não somente no meio político como nas ruas da cidade. Os apoios explícitos e verdadeiros são cada vez mais escassos e as críticas em doses crescentes. O termômetro da rejeição dispara, apontando para um fim melancólico tão qual a última administração municipal. Os sintomas são parecidos.

Pouco inventiva, a gestão encontra dificuldades de se sustentar. Na Câmara, mesmo com maioria, perdeu duas eleições para presidente em pouco mais de um ano. Afora isso, projetos e programas morrem no nascedouro, promessas não descem do palanque e nem a educação, com um orçamento milionário, consegue deslanchar.

A insatisfação assume proporções gigantescas e uma reviravolta já é considerada, no seio político, uma tarefa dificílima, ainda mais que seus principais apoiadores não nutrem nenhuma simpatia pelo gestor. Comenta-se, por exemplo, que alianças como a do deputado Antonio Brito e a do governador Rui Costa são tidas como meras formalidades e que ambas têm prazo de validade.

O malogro da atual gestão é atribuído a maneira de governar a cidade. Consta que ela não se distingue das últimas administrações e ainda por cima não prisma pela liberdade, algo desaconselhável, especialmente nos dias atuais. Dizem ainda que o prefeito não tolera pessoas que não compartilham de seus pensamentos, característica de político em fase de extinção. Ele precisa ser assessorado porque, em geral, quem age assim não desce ladeira sozinho. O vice Hassan e apoiadores diretos já devem estar sofrendo o peso do desgaste da gestão.