Iniciadas as atividades do Programa AABB Comunidade

A parceria entre a Prefeitura de Jequié e a Fundação Banco do Brasil garante o funcionamento do Programa AABB Comunidade neste ano de 2017. “Depois de muitos diálogos e ajustes, o programa retornou suas atividades”, informa a Secretaria de Educação do Município. O objetivo do programa é promover o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes com idade entre 6 e 18 anos, por meio de ações educacionais que favoreçam a inclusão sócio produtiva e ampliem a consciência cidadã. O programa oferece aos estudantes da rede municipal 120 vagas, com atividades no turno inverso ao das aulas.

Reges Silva critica valor cobrado por vistoria veicular em Jequié

A população jequieense vem sendo penalizada em razão do elevado valor cobrado por empresas terceirizadas responsáveis por vistoria veicular na cidade. O preço de Jequié é o dobro do praticado em cidades como Ipiaú, Jaguaquara e Vitória da Conquista, o que tem motivado uma saraivada de críticas por parte de proprietários de carros. O problema foi abordado na Câmara, pelo vereador Reges Silva nesta terça-feira (26ABRIL2017). “Não é justo que seja cobrado R$180,00 por um mesmo serviço que o Detran cobra R$94,20 e que em cidades como Ipiaú é ainda mais barato”, destacou. Essa diferença gritante, na opinião do vereador deve ser corrigida porque é inaceitável que o jequieense continue pagando preço abusivo sem que nenhuma providência seja adotada em defesa da população. Foi falado na sessão, que o Detran enfrenta defasagem de pessoal e que faz 25 anos que não se realiza concurso público no órgão.

Greve geral vai afetar funcionamento das escolas, bancos e outros setores em Jequié

A greve geral marcada para a próxima sexta-feira (28ABRIL2017) pelas centrais sindicais vai afetar o funcionamento das escolas, dos bancos e de outros setores na cidade de Jequié. A APLB e o Sindicato dos Bancários, por exemplo, anunciaram que estas duas categorias vão paralisar suas atividades nesta data. Tudo indica que todos os órgãos públicos vão aderir ao movimento paredista. Articulações vêm sendo feitas também no sentido de fechar o comércio lojista e empresas prestadoras de serviços. Por outro lado, a CDL e a ACIJ informam que o comércio funcionará normalmente na sexta-feira, dia 28.

APLB cobra informações sobre destinação a ser dada aos valores do precatório

A APLB/Jequié, através de sua diretora geral, Caroline Moraes, encaminhou à presidência da Câmara Municipal documento com relatos referente ao processo sobre o pagamento das diferenças devidas do FUNDEF (nº 37424-22.2011.4.01.0000) promovido pelo Município de Jequié, destacando que a Justiça Federal da 13ª Vara Cível da Bahia determinou a liberação dos honorários contratuais e de sucumbência ao escritório de José Reis Aboboreira Advogados Associados S/C e o valor remanescente ao citado Município, sendo que os valores pertencentes a Jequié deveriam ser recebidos diretamente pelo prefeito municipal. Nesta decisão, segue o documento da entidade sindical, também restou expressamente consignado que os valores recebidos pelo Município deveriam ser destinados exclusivamente ao implemento de políticas públicas na área da educação municipal.
Cita que o referido escritório recebeu R$ 40 milhões a título de honorários contratuais e de sucumbência e a Prefeitura recebeu R$ 148.079.300,90 na data de 16 de março de 2017. “Contudo, perpassados mais de 30 dias da liberação destes valores ainda não foram prestadas informações sobre a destinação que será dada a estes valores, nem discutidas com a sociedade, os conselhos e o sindicato as políticas públicas a serem implementadas na área da educação municipal”, enfatiza o documento. E conclui: “Em janeiro, a APLB encaminhou o ofício nº 001/2017 solicitando uma reunião com os secretários de Governo e de Fazenda, porém, até o momento, esta reunião não aconteceu”.
O OUTRO LADO
Nesta semana, a Prefeitura de Jequié anunciou que tomou por decisão a realização de AUDIÊNCIA PÚBLICA para discutir a melhor forma e direcionamento da aplicação do valor do Precatório, recurso advindo das diferenças devidas do FUNDEB ao município de Jequié.

CBPM anuncia campo aurífero em Iramaia

O município Iramaia tem um campo aurífero com pelo menos 4 km de extensão. A prospecção do chamado Projeto Jurema Leste foi feita pela Companhia Baiana de Pesquisas Minerais (CBPM) e apresentada em março/2017 no maior evento de mineração do mundo, em Toronto, Canadá. Essas informações do jornalista Levy Vasconcelos foram publicadas no jornal A TARDE nesta terça-feira (25ABRIL2017). De acordo com o colunista, secretário de Desenvolvimento Econômico do estado da Bahia, Jaques Wagner, está animado: – As perspectivas são as melhores, devemos atrair investidores internacionais para um grande empreendimento. O impacto será em toda a economia regional. Os estudos preliminares indicam que os investimentos para deixar a mina em operação são da ordem de US$ 200 milhões.

Ambulantes já ocupam nova área de comercialização

Parte dos 74 espaços do ‘camelódromo’ já começou a ser ocupada pelos vendedores ambulantes que estavam distribuídos em ruas e calçadas no centro comercial da cidade, de forma improvisada. Os ambulantes acabam de receber um local apropriado para continuar suas atividades, sem o desconforto em trazer embaraços para o trânsito de pedestres e veículos, no centro comercial de Jequié. A solução encontrada pela Prefeitura de Jequié, e aceita pelos vendedores ambulantes, após diversas reuniões, foi a destinação de uma área privada, exclusiva, para esse ramo de atividade, ao lado do Banco Itaú, no largo do Mercadão Vicente Grillo, tendo a Prefeitura dotado o local de infraestrutura completa, com piso de alta resistência, cobertura, sanitários públicos, água encanada e demarcação de uso. O trabalho de estruturação e adaptação do novo “camelódromo” ficou sob a responsabilidade das secretarias de Infraestrutura e Serviços Públicos. “A intenção é que estes trabalhadores possam vender seus produtos, tendo um local adequado, com estrutura e dignidade. Estamos dando todo o apoio possível para que estes pais e mães de família possam ganhar o seu sustento. O local ainda receberá uma cobertura definitiva para todos possam trabalhar e vender seus produtos sem ter de enfrentar o calor e o sol abrasivo das ruas da cidade. Todos sairão ganhando com isso. As ruas e calçadas do centro ficarão livres para os pedestres e veículos e os vendedores ambulantes continuarão a manter seus rendimentos.”, disse o prefeito de Jequié, Sérgio da Gameleira.

Prefeitura anuncia Audiência Pública para discutir aplicação do precatório

A Prefeitura de Jequié tomou por decisão a realização de AUDIÊNCIA PÚBLICA para discutir a melhor forma e direcionamento da aplicação do valor do Precatório, recurso advindo das diferenças devidas do FUNDEB ao município de Jequié. Em seus pronunciamentos, o prefeito de Jequié, Sérgio da Gameleira, tem insistido que a destinação na aplicação desses recursos seja feita tendo como base a opinião pública, com a participação não somente dos setores da educação como universidades, faculdades, e principalmente alunos, professores e a comunidade escolar, mas também do Legislativo municipal, clube de serviços, conselhos municipais, entidades sindicais, igrejas e imprensa. O objetivo dessa audiência é ouvir as demandas externas e dar a oportunidade para que as intervenções que serão feitas na melhoria da rede municipal de educação, seja fruto de uma discussão participativa de todo tecido social. Possivelmente essa audiência acontecerá na Câmara de Vereadores de Jequié, em data ainda a ser definida pela Prefeitura. (ASCOM PMJ).

Pastoral Carcerária manifesta sua indignação diante dos problemas históricos que atingem o sistema prisional

Os agentes de Pastoral Carcerária das diversas Dioceses da Bahia – que visitam as diversas unidades prisionais deste Estado – reunidos neste fim de semana, em Feira de Santana, durante a assembleia do Regional Nordeste III, que envolve também o estado de Sergipe, após um olhar da realidade dos presídios da Bahia, vem, profeticamente, manifestar a indignação diante dos mesmos, velhos e conhecidos problemas que atingem o sistema prisional, a grande maioria por falta de vontade política dos gestores do Estado, atual e historicamente. Em documento endereçado a Secretaria de Assuntos Prisionais Estado da Bahia foi colocado que a superlotação ainda é gritante, o atendimento médico e odontológico, bem como o fornecimento de medicamentos é bastante precário; a situação dos presos doentes mentais é ainda pior quanto a assistência médica; as atividades de ressocialização são muito pequenas; a quantidade de presos trabalhando é muito pequena, sendo que em algumas unidades não existe nada neste aspecto. A quantidade de presos estudando teve uma redução, sendo muito poucos os presos estudando hoje.
A gestão das empresas terceirizadas – SOCIALIZA e REVIVER – tem criado dificuldades no relacionamento com a Pastoral, com os presos e seus familiares e sabe-se que o custo destas empresas tem sido muito vultoso para o Estado, diz o documento assinado por Francisco Carlos Souza Almeida – Franco – coordenador da Pastoral Carcerária da Bahia e Davi Pedreira de Souza, assessor jurídico da Pastoral Carcerária.

Segundo o documento, a situação das mulheres presas é ainda muito pior: em algumas unidades como em Itabuna apesar de se ter um número expressivo de mulheres presas não se tem atendimento ginecológico. Nas diversas unidades qualquer problema ou deficiência no sistema é sempre pior para as mulheres, o sistema trata as mulheres presas como se estas fossem iguais aos homens. A quantidade de agentes prisionais concursados trabalhando é pequena e eles trabalham em condições insalubres e sem a garantia de vários outros direitos. Na terceirização se paga um baixo salário para os agentes, cerca de um terço a menos do que o salário pago pelo Estado aos agentes públicos concursados, o que é permitido de forma direta e clara pelo Estado quando não fixa um salário digno para estes profissionais nas licitações, sendo que estes trabalham no segundo tipo de trabalho mais estressante do mundo segundo a OIT – Organização Internacional do Trabalho.
Não existe uma uniformização quanto à administração das unidades prisionais. Em geral cada diretor tenta impor regras de segurança muitas vezes dispares entre si dentro deste mesmo Estado, limitando direitos dos presos, dos seus familiares e das entidades religiosas que prestam relevantes serviços voluntário dentro do sistema prisional. A exemplo do presídio de Feira de Santana, onde se proíbe que mulheres agentes da Pastoral Carcerária visitem a ala masculina: ao contrário de todos os demais presídios deste Estado e do Brasil. Em Serrinha, existe a absurda proibição dos agentes de pastoral adentrarem nos pátios dos pavilhões. Além destas situações, várias outras existem em que cada Diretor age ao seu bel prazer. Inclusive no caso de Feira de Santana, da inusitada proibição das mulheres evangelizarem os detentos, a SEAP por mais de uma vez disse que tal prática seria modificada, o que ainda não ocorreu. Importante pontuar que temos na Bahia mais de 50% dos presos provisórios e, assim sendo, muitos destes presos, quando forem absolvidos ou apenados em tempo menor do que tiverem ficado preso, já terão convivido no sistema prisional que é uma verdadeira Universidade do Crime.

Jequié não é uma cidade acessível

Reivindicando piso tátil, calçada acessível, faixa de pedestre, fiscalização para coibir obstáculos como buracos nas calçadas, falta de rampas, além de cobrar atendimento prioritário e respeito as eleis que estabelecem os direitos da pessoa com deficiência, o COMDEF – Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência – realizou sua 2ª Blitz, recentemente, desta vez ao redor da Praça da Bandeira, onde está instalado o Terminal de Ônibus Urbanos e dezenas de estabelecimentos comerciais e prestadores de serviços. Durante o evento, os participantes do movimento solicitaram à compreensão dos comerciantes para a necessidade da desocupação das calçadas, quase sempre cheias de mercadorias. Aos poderes públicos também foi cobrada uma maior atenção para a retirada dos obstáculos de toda ordem, desde placas de publicidade, postes de sinalização, caixas de lixo e até contêineres. A população, em especial as pessoas com deficiência vem sofrendo com o descaso de muitos anos.

Pessoa com deficiência não tem vez na Praça da Bandeira em Jequié Cadeirantes são impedidos de circular livremente na Pç. da Bandeira.  Jequié não é uma cidade acessível. Basta observar as imagens acima.